Oportunidade

8 de set de 2010

Afeto



Eu sinto seu carinho, ele é quente e suave,
Assim como a gente procura em um abraço.
Aquele abraço tao sincero, de afeto e ternura.


Quero ficar so com vc... 
Quero viver todo dia esse  carinho que sentimos.
O momento é so verdade, sem maldade, é sublime.


Vai o calor, e fica o amor, a saudade.


L'Amour sans toi n'existe pas ...
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esse filme Diario de uma paixão é 10!
Sabe quando você entra no cinema para assistir ao filme, e só ter lido a sinopse? Sabe quando você começa a ver a primeira cena e pensa: "ai, que receitinha de bolo!". vai se surpreender.  Pois é, Diário de um a Paixão (The Notebook, EUA, 2004) é daqueles filmes que surpreendem pela leveza, pureza, sensibilidade e emoção. Desde o primeiro instante, somos agraciados por belíssimas paisagens, depois inundados por diálogos coerentes e um profundo carisma dos protagonistas. Baseado no best-seller de Nicholas Sparks. Era década de 40. A adolescente Allie Hamilton (Rachel) vai passar o verão com a família na cidade litorânea de Seabrook, na Carolina do Norte e conhece Noah Calhoun (Ryan), que mora na cidade. Noah logo fica louco por ela e tenta se aproximar de qualquer maneira. Mesmo a menina sendo de uma família rica e ele seja um trabalhador braçal, os dois se apaixonam perdidamente. Separados pelas circunstâncias, eles permanecem assombrados pelas lembranças um do outro. No decorrer da história, agradáveis surpresas, a maravilhosa atuação dos jovens e lindos atores e muita, muita emoção, daquelas que exigem o desprendimento de qualquer tipo de vergonha por parte do espectador. Acho que isso não aconteceu com as pessoas que ocuparam a mesma sala que nós. No término da exibição, o que víamos eram rostos encharcados de lágrimas, por todo os lados. Realmente "Diário de uma Paixão" nos rende pela perfeita química de seus personagens, por uma sequência perfeita de idéias, por uma edição enxuta e sem pormenores e por ter resgatado com uma ótima produção de figurino e de arte, os pontos altos e baixos das décadas de 40 (como a Segunda-Guerra, por exemplo) e de 50. Ah, e não surpreenda-se se, ao sair do filme, sentir uma enorme vontade de dizer para alguém um "eu te amo". 

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